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Empurrões na largada, toques involuntários durante a corrida. Quem nunca passou por situações como essas em uma prova?

Fortaleza, 11/06/2019. Quem nunca recebeu um empurrão ou um toque involuntário em uma corrida de rua? Eu mesmo já recebi alguns, e também já presenciei vários casos.

Na maioria das vezes, os empurrões e toques acontecem na largada, pois estamos em um local confinado que antecede os primeiros metros de corrida, com alguns largando na frente com mais tranquilidade, e outros saindo atrás em busca de espaço, e aí que está o perigo. Além disso, ainda temos de estar atentos a alguns detalhes, como: pórticos de largada com bases laterais largas, que afunilam os atletas; atletas que largam caminhando, ajustando seus smartphones; atletas que costumam largar na frente com paces mais lentos, ao lado de atletas que largam em explosão - com tiros iniciais que podem chegar a paces inferiores a 3 minutos, etc...

Em alguns casos, grandes corridas até procuram organizar a largada distribuindo os atletas em baias de ritmo (divisões por pace), geralmente determinados no ato da inscrição. Esta medida é importante, mas infelizmente alguns corredores ignoram ou desconhecem a importância desta separação - organização.

 

Particularmente, já presenciei algumas situações bem distintas em largadas, que poderiam até ser evitadas, como: Uma idosa que largou na frente e quase foi ao chão na largada da Corrida Noturna XTerra no Beach Park (largada em areia); Queda de alguns atletas na largada da Corrida UNIMED Fortaleza, realizada no Parque Ecológico do Cocó; Um senhor que reclamou muito de um corredor - ficou nervoso ao ser empurrado de leve momentos antes da largada, e falou alto: "Estou aqui como você, paguei da mesma forma"; Uma largada que nunca mais esquecerei - com um pisão no calcanhar que tirou o tênis do atleta, Francisco Gleidson Melo Xavier (Ferrari do Horizonte), durante a 14ª edição da Meia Maratona Internacional de Fortaleza.

Nesta ocasião, eu estava posicionado logo atrás de Francisco Gleidson na largada, até conversamos um pouco, e quando a corrida começou percebi um breve tumulto a minha direita, mas desviei e continuei correndo. Após a conclusão dos 21km, encontrei Gleidson novamente, e ele disse que pisaram no seu pé durante a largada, e o tênis saiu.

O perigo desta situação, foi o fato de Gleidson agachar-se no meio da multidão para encontrar o seu tênis, ele estava voltando agachado e a multidão vindo em sentido contrário, um perigo! Para quem não sabe, Gleidson é um gigante em nossas corridas de rua, com excelentes resultados, mas o atleta tem apenas 1,48cm de altura, e o fato dele ter se agachado no meio da multidão poderia ter causado um acidende grave, como por exemplo, uma joelhada na sua cabeça, que provavelmente o deixaria desmaiado no local. Mas Graças a Deus nada de grave aconteceu, e o atleta ainda conseguiu recuperar-se na prova, com direito a podium naquele dia.

No último dia 25 de maio, participamos e realizamos a cobertura do Circuito Night Run em Recife, e nesta ocasião presenciei um fato inusitado no percurso - tempos modernos! Durante a prova, um atleta praticamente parou para ajustar o seu smartphone no braço, enquanto isso, outro atleta que vinha atrás em maior velocidade passou por ele e um dos dedos da mão enroscou-se no fio do fone de ouvido do aparelho, que só não caiu porquê estava preso ao braço, mas o fone de ouvido certamente foi danificado com este movimento brusco.

Entre empurrões e toques, considero que alguns até sejam involuntários, pois muitas vezes dois corredores podem ir na mesma direção ao mesmo tempo, e neste caso um toque involuntário é inevitável. Foi exatamente isso que aconteceu comigo no último domingo (09), durante a 2ª edição da Corrida de Rua do Cocó. Durante a prova, recordo-me remotamente que em um determinado momento eu estava lado a lado com uma das atletas que disputavam a primeira colocação (1ª ou 2ª colocada, não sei dizer), e ao desviar de uma pedra na Avenida Sebastião de Abreu, meu braço tocou no braço da atleta, mas foi tão rápido e sutil que continuaram correndo normalmente, diferente de outras situações que já presenciei que quase terminam em confusão.

Em relação as baias de ritmo, sempre que possível procure respeitá-las, (independente de existirem staffs controlando o acesso ao local), pois largar com um pace de 5, 6, 7 minutos ou mais, é bem diferente de largar em explosão, com paces que podem ser inferiores a 3 minutos.

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