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"Não colocaria música a não
ser que eu achasse estritamente necessário",
completou a atleta que fazia parte da elite.
"Se
você está entediado, a música
ajuda a impulsionar. Em alguns treinos longos eu uso
na última meia hora e nas provas carrego, mas
muitas vezes nem uso".
Ela
foi a segunda atleta a ser desqualificada, já
que a fisioterapeuta Cassie Peller, de 23 anos, havia
vencido a maratona, mas não teve o resultado
validado porque aceitou água de pessoas que
não eram da organização. A informação
foi confirmada pela diretora de prova Kristine Hinrichs.
Goebel
afirmou que abre mão dos 500 dólares
de premiação, caso os juízes
voltem atrás e seu tempo de 3h02min50 seja
computado como primeiro lugar. Dessa forma, a campeã
passou a ser a então terceira colocada, Corina
Canitz, que aparentemente não cometeu nenhuma
infração.
Apesar
da atleta concordar que a regra é explícita,
é difícil acreditar que escutar "Raspberry
Beret" (álbum do cantor Prince) entre
as milhas 19 e 21 seja considerado doping e trapaça.
De acordo com um oficial da USATF, essa é uma
ação inédita no país,
mas que ainda vai gerar muita discussão.
Fonte:
Espbr.com
RESUMO
PRÁTICO:
Em
um país sério, regulamento é
para ser cumprido. Água fora dos postos de
hidratação; utilização
de ipod ou mp3; utilizar GPS em provas de orientação;
correr com o chip ou dados de outra pessoa; cortar
caminho no percurso; informar idade ou faixa etária
incorreta, etc...
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